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calçados eurico
Calçados Grandes

Televendas (11) 5054-8878
eurico max

femininos
masculinos
unissex
max

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Código/Descrição:
Número do Calçado: 39    40    41    42   
43    44    45    46   
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História



Primeiros tempos

Terminava o ano de 1936.
E com ele, a vida tranquila de uma família burguesa de um dos maiores centros culturais da Alemanha: Dusseldorf.
A guerra trouxe-a para o Brasil, mais exatamente para uma fazenda de café e algodão próxima a Marília, no interior de São Paulo.
Dona Leonie, contadora formada, assumiu funções compatíveis no escritório da fazenda, e o senhor Erich recebeu o cargo de almoxarife.
Os filhos do casal, Gert, de 9 anos e Hans, de 7, frequentavam a escola da fazenda, que se resumia a uma classe para todas as idades. E cuidavam da limpeza e arrumação da casa.
Em princípios de 1938, a família Rosenthal parte novamente. Desta vez para São Paulo, Capital.

Imagem > família Rosenthal e o amigo Steiner (centro)
A família Rosenthal e o amigo Steiner
(centro)

Dona Leonie logo começou a trabalhar em um banco, enquanto o senhor Erich procurava um local para montar seu próprio negócio.
Um dia tomou um bonde na Praça da Sé. O bonde ia até Santo Amaro, mas o senhor Erich resolveu descer em Indianópolis.

A loja no fim do mundo

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Eram meados de 1938.

Herr  Erich Rosenthal, que nesta época já era chamado de Senhor Eurico, tinha encontrado o lugar ideal para desenvolver seu negócio. Um bairro misto, afastado do centro, tal e qual era sua loja na Alemanha. Só que na verdade, a Avenida Jandira pouco ou nada tinha a ver com a Dusseldorfer Strasse.
Era uma rua de terra, que virava rio em dia de chuva, para alegria da meninada com seus barquinhos de papel. O comércio era mínimo: uma padaria na esquina, um barbeiro, um relojoeiro, uma loja de móveis, uma de uniformes escolares e alguns bazares.

Como disse um pedestre bem humorado, era preciso ter coragem para abrir uma loja naquele fim de mundo.
Mas o senhor Eurico acreditou.
O bairro era bom. Os funcionários das fábricas e indústrias da redondeza eram uma clientela em potencial. Na época, tinha a Metalúrgica Barbará, a Reiche, fabricante de parafusos, a Junker, de fogões, a Sherwin Williams, de tintas, e poucas outras.
A colônia alemã, atraída pela indústria em crescimento, era bastante expressiva.
A linha de bonde Centro-Indianópolis fazia seu balão de retorno praticamente na porta, o que era garantia de movimento. E o que era mais importante: não havia na região nenhuma loja de calçados.
Mas tudo isto não significava, de modo algum, que os negócios seriam fáceis.
No Brasil, as coisas funcionavam de forma um pouco estranha aos modos germânicos do senhor Eurico.
A pontualidade não era prática muito difundida no país, qualidade não era a principal preocupação dos fabricantes de calçados, e a pechincha era uma mania nacional.
Aos poucos, com o apoio da família, e a vivência do amigo e funcionário Jacob no ramo de calçados, o senhor Eurico foi descobrindo as manhas do negócio made in Brasil.
Seguindo os palpites de Jacob, o senhor Eurico aprendia a comprar a crédito de bons fornecedores, dona Leonie fazia clientes respondendo à pechincha com pequenos descontos, e os filhos divulgavam a imagem da loja distribuindo folhetos de propaganda.
No dia 24 de dezembro de 1938, absolutamente contagiado pelo jeitinho brasileiro, o casal esticou o expediente das seis e meia da tarde até altas horas da noite, para atender os retardatários do Natal.
Resultado: antes da Missa do Galo, a Casa Eurico cantava seu primeiro recorde de vendas: um conto de réis num único dia. A façanha se repetiu no carnaval, registrando a maior venda de tênis do ano.
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E assim, sempre atento às oportunidades, o senhor Eurico começou a praticar o marketing numa época em que a palavra não existia, nem mesmo no dicionário.
Arrematou um lote de calçados masculinos número nos tamanhos 43 e 44, anunciou no jornal alemão e vendeu tudo em poucos dias.
Ele tinha acabado de descobrir um segmento novo e inexplorado no ramo de calçados: o dos sapatos de números grandes, que a Casa Eurico lidera até hoje.

A loja no bairro

Imagem > No fim dos anos 40, São Paulo já era o maior centro industrial da América Latina. Para ter sucesso no comércio era preciso oferecer produtos diferenciados, vender status e fazer propaganda.
A Casa Eurico aumentou suas vitrines e ganhou uma bela marquise na entrada, sinal da arquitetura dos novos tempos.
Os anúncios veiculados no jornal alemão e no rádio se incumbiam de trazer a clientela selecionada.
O carrossel infantil instalado bem no meio da loja trazia crianças com suas mamães a tiracolo.
Mas, segundo o senhor Eurico, a alma do negócio continuava sendo dona Leonie.
Gert e Hans, os filhos do casal, já não trabalhavam na loja: Gert emigrou para os Estados Unidos, onde vive até hoje, e Hans se formou Engenheiro Civil e seguiu sua carreira em São Paulo.
Nesta época, o casal Eurico e Leonie dividiam a responsabilidade e o trabalho com alguns funcionários competentes e dedicados.
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A loja na metrópole

imagem >Com a construção do Shopping Center Ibirapuera, Moema perdeu sua dimensão regional para se tornar um bairro metropolitano. As casas foram cedendo seu lugar para lojas e edifícios. Aumentou a população local, e gente de toda a cidade passou a frequentar e comprar no bairro.
Era preciso modernizar a imagem da Casa Eurico.
Um belo banho de boutique, e a loja abriu suas portas para uma nova clientela, vinda de todos os cantos da cidade.
Aos sábados, a loja ficava tão cheia que as pessoas se aglomeravam à porta. Um sucesso que infelizmente o senhor Eurico teve pouco tempo para saborear. Com sua morte em 1976, o senhor Guimarães, gerente da loja desde 1964, passou a ser o braço direito de dona Leonie, ajudando-a em todas as transações com fornecedores. O filho Hans passou a assessorá-la na coordenação e solução de problemas administrativos, e sua nora, Liliana, auxiliou-a nos serviços de escritório por alguns anos.

imagem >E na virada da década, a terceira geração começou também a figurar nos negócios. Nidia, recém formada em administração, ficou com um importante objetivo a cumprir: fazer da Casa Eurico a loja dos Pés Grandes.
O Senhor Guimarães pôs mãos à obra para executar a idéia, conseguindo dos fornecedores uma produção exclusiva e constante de números grandes.
Ao mesmo tempo, Vera, arquiteta e irmã de Nidia, praticamente pôs abaixo a loja para adequar seu espaço ao que certamente viria pela frente. A Casa Eurico ganhou maior área de vitrine e maior área de estocagem, até então espalhadas por várias sobrelojas da redondeza.
E Claudia, a terceira neta, tratou de divulgar ao público todas essas boas novidades assumindo a área de comunicação e publicidade da loja.
Atraída pela especialidade da Casa dos Pés Grandes, veio gente de toda a cidade e até do país, principalmente os representantes da nova geração de esportistas brasileiros, com seus metro e noventa ou mais de altura.

Novos tempos

imagem >Em 1990, já com 90 anos, Dona Leonie achou que era hora de se aposentar. Seu filho Hans assumiu, então, a direção da loja ao lado das filhas e do Sr. Guimarães. No final de 1999 mais uma reforma fez com que a Casa Eurico se tornasse muito mais ampla, bonita e moderna.
Após comemorar os 65 anos de existência da empresa, a diretoria decidiu que era hora de efetivar a ampliação do negócio. Assim, em dezembro de 2003 foi inaugurada sua primeira filial, na charmosa Rua Oscar Freire, em São Paulo.
E em outubro de 2010, após 7 anos de funcionamento, o espaço ganhou uma ambientação exclusiva e um novo mix de produtos para abrigar a nova marca da empresa: Eurico Max. Com a proposta de atender um público mais jovem e arrojado, a nova marca foi criada para dar ao cliente Eurico uma nova opção de compra.

imagem > Mas nada temam os antigos clientes da Casa Eurico acostumados aos mimos e paparicos dos donos e dos vendedores. A Betty, aquela mesma de 50 anos atrás, continua firme como vendedora, falando alemão com o pessoal da colônia. O Wanderley, funcionário desde 1981, assumiu a função de gerente, e vez por outra ainda pratica aquele velho hábito de "quebrar o galho" do cliente. E continua, entre os vendedores mais novos, aquela mania tão fora de moda de agradar os clientes, ajudando-os a calçar os sapatos, e se for preciso, pondo a loja abaixo até encontrar o par desejado.


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calçados eurico Av. Jandira, 49 • Moema
São Paulo • SP • (11) 5054 8877
CPNJ: 12.597.806/0001-65

eurico max Rua Oscar Freire, 550 • Jardins
São Paulo • SP • (11) 3061 3050
Estacionamento conveniado


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